Conheça a história de Mariana e João, que brilham tanto na universidade pública quanto na particular

Dentre as lutas e conquistas dos negros na sociedade, destaca-se o avanço considerável de ingressos no ensino superior. Dentro dessa estatística está a egressa do curso de Direito, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a advogada e servidora pública Mariana Cruz, 28, que sentiu na pele a dificuldade para conseguir continuar os estudos além do colegial. Contudo, a intensa vontade de ir adiante trouxe resultados que ela faz questão de comemorar.

A advogada é fruto da política de cotas raciais na universidade pública e, também, da reserva de vagas para negros nos concursos públicos. Para Mariana, isso não a diminui perante os demais concorrentes, tampouco reflete falta de capacidade. “Eu posso afirmar que sou a prova real de que ação afirmativa dá certo, sim, e tem um retorno positivo, se muito bem administrada. Desafio qualquer um que conteste essas políticas, muitas vezes sem conhecê-las a fundo, a provar que meu conhecimento é reduzido ou inferior ao de qualquer outro colega”, argumenta.

Assim como Mariana, outros cidadãos em situação semelhante também estão conseguindo cursar uma graduação. Como reflexo, o número de pretos e pardos na universidade pública ultrapassou, pela primeira vez, a metade das matrículas em 2018, somando 50,3%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já na universidade particular, o número de estudantes negros dobrou, de acordo com o último censo do IBGE. Para o pesquisador do referido instituto, Claudio Crespo, a melhora nos indicadores é relevante, “mas como a desigualdade é histórica e estrutural, os ganhos para a população preta ou parda só aparecem com organização e mobilização social e políticas públicas direcionadas”.

Nesse contexto, o estudante de Jornalismo, João Salvador, também soube aproveitar a oportunidade de ingressar em uma faculdade. Apesar dele e sua mãe não terem condições de pagar as mensalidades do curso de graduação, o sonho de João pôde ser realizado através do Educa Mais 2020, maior programa de inclusão educacional do país. “Foi aquele gol aos 45 minutos do segundo tempo. O Educa Mais Brasil abriu as portas para que eu pudesse cursar a universidade particular”, conta entusiasmado, o estudante que pretende dedicar-se ao Jornalismo Esportivo.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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